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O ex-deputado e ex-presidente da Câmara Federal, Waldir Maranhão, do PDT, foi esculachado nas urnas pelo povo maranhense.
Os votos nas urnas de Waldir foi, acreditem, de míseros 2.816 votos. Não apenas uma vergonha, uma humilhação histórica.
Ele é um dos políticos que usou a campanha eleitoral para gravar vídeos e atacar o ex-governador Flávio Dino, que tanto o ajudou no governo do Maranhão.
Ao traidor, a devida resposta…
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O deputado estadual Pará Figueiredo (PL), filho do Desembargador do Tribunal de Justiça do Maranhão, José Joaquim Figueiredo dos Anjos, não conseguiu votos suficientes para passar do primeiro mandato na Assembleia Legislativa.
Pará Figueiredo – que durante o mandato foi considerado “baixo clero” – obteve 37.186 votos e já pode se aposentar de política partidária. Agora, o caminho para passar o ostracismo é procurar um emprego.
O deputado é o mesmo que protagonizou no mês de agosto uma das cenas mais hilárias da política maranhense, quando o município de Estreito, chamou o deputado federal Josimar Maranhãozinho de pai e a deputada estadual Detinha de mãe.
E na semana seguinte, agora durante comício em São José de Ribamar, o mesmo Pará beijou as mãos de Josimar e pediu bênção do deputado federal. De forma que conseguiu piorar o que já era horrível.
– Traição ao governo estadual
Pará foi um dos deputados estaduais que traiu o Governador Carlos Brandão (PSB). Mesmo após gravar vídeo externando o apoio ao socialista, o parlamentar mudou de opinião e fechou com Weverton Rocha a pedido de Josimar Maranhaõzinho e depois foi árduo crítico do governo estadual em suas redes sociais.
– Pegou mal
No meio jurídico, o fato de um filho de Desembagador do TJ-MA cultuar o político que mais tem a imagem atrelada à corrupção e envolvimento em esquema de desvio de recursos públicos federais e municipais pegou muito mal.
Pior que isso é o fato do pai do deputado, o Desembargador José Joaquim Figueiredo dos Anjos, ter atuado, votado e anulado a operação do Gaeco (Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado) exatamente contra Josimar.
– Deputado bananeira
Deputada “bananeira” é aquela que só dá uma vez, cortada depois da primeira colheita. Em termo político, significa dizer que é uma parlamentar de mandato único, que não consegue se reeleger.
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Senadora amargou a derrota do marido, Inácio, e do irmão, Eliel…
As urnas destas eleições deram um duro recado a senadora maranhense Eliziane Gama (Cidadania).
A irmã lançou o marido, Inácio Melo, candidato a deputado estadual pelo PSDB e o irmão, Eliel Gama, candidato a deputado federal pelo Cidadania.
Ambos não conseguiram se eleger para Assembleia Legislativa e Câmara Federal, respectivamente. Inácio teve 35.259 votos e Eliel míseros 5.995.
Eleita senadora pelo Maranhão em 2018 pelas mãos do então governador Flávio Dino, hoje a liderança política de Eliziane simplesmente não existe.
Somado a esse fator, importante ressaltar que em reduto eleitoral, as igrejas evangélicas, Gama está mais queimada que castanha de caju…
E o resultado das urnas deste ano faz Eliziane entrar para a história da política maranhense como a única Senadora de todos os tempos que, no vigor do mandato, não conseguiu eleger nem um deputado estadual ou federal.
De forma que Eliziane Gama está liquidada politicamente…
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O ex-secretário de Segurança Pública, Jeferson Portela (PDT), foi trucidado nas urnas pelo povo do Maranhão. Sete anos ininterruptos no comando da SSP-MA colocado pelas mãos do ex-governador Flávio Dino (PSB), o delegado traiu o grupo político que o projetou e “desertou”.
Portela traiu Dino e Brandão e filiou no PDT de Weverton Rocha e saiu candidato a deputado federal.
O povo deu a devida resposta a Jeferson e humilhou o ex-chefão da SSP-MA que saiu das urnas míseros 11.152 votos.
Portanto, ao traidor, a devida retribuição…
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Filho do ex-ministro Lobão nunca foi eleito diretamente a nenhum cargo eletivo.

O ex-suplente de senador do Maranhão, Edinho Lobão (MDB), foi humilhado nas urnas. O emedebista vomitava que seria eleito deputado federal nestas eleições com mais de 150 mil votos.
Porém, ao abrir das urnas saiu pequeno. Melhor, minúsculo!
A votação de “Edinho 30” – como também é chamado, foi de apenas 21.459 votos, infinitamente abaixo do esperado.
Aliás, é bom lembrar, Edinho jamais foi eleito a qualquer cargo eletivo no Maranhão, sempre que assumiu no Senado foi em decorrência de ter sido suplente do próprio pai, o ex-ministro Lobão.
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Marcos Play escolheu o lado errado e mais uma vez ficou sem mandato…
Jogador que faz três gols numa mesma partida pede música no programa do Fantástico, da TV Globo. E na visão do Blog do Domingos Costa, o ex-deputado estadual Marcos Caldas, conhecido pelos mais íntimos como “Play”, presidente estadual do PROS, também já pode pedir música.
É que o político completou agora em 2022 três derrotas em três eleições seguidas…
Nas eleições de 2014, Marcos Caldas, pelo PRP, obteve 30.834 votos e não conseguiu se eleger. Ficou apenas na suplência.
Quatro anos após, em 2018, pelo PTB, o “Play” obteve 27.322 votos e novamente foi derrotado, ficou apenas na suplência.
Agora, nestas eleições, foram 26.697 votos nas urnas, e desta vez, além de perder, Caldas sequer ficou como suplente.
Agora, a condição do “Play” é de “não eleito” pelo fato do seu partido, o PROS, não ter alcançado o quociente eleitoral.
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Prefeito por duas vezes da capital (2013 a 2016) e (2017 a 2020), Edivaldo Holanda Júnior (PSD) é, assim como Weverton Rocha, outro grande derrotado destas eleições.
Ao abrir das urnas de 2022, Edivaldo obteve em todo o Maranhão apenas 86 mil votos, o que representa tão somente 2,51% dos votos.
Na cidade a qual foi duas vezes prefeito, o desempenho foi medíocre: 10% ou 56 mil votos…
Holanda Júnior colheu o que plantou! Em 2020, quando tinha que necessariamente, se posicionar no processo da sua própria sucessão na prefeitura, Edivaldo se acovardou.
Ao ser procurado pelo então governador Flávio Dino para se posicionar, o prefeito optou pela neutralidade…
Agora, a Edivaldo Holanda Júnior, isolado e miúdo, resta uma candidatura a Câmara de Vereadores de São Luís em 2024…
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Desempenho do senador Weverton foi minúsculo…
O senador Weverton Rocha, do PDT, foi o grande derrotado destas eleições no Maranhão.
Arrogante, prepotente e subestimando a liderança gigante do ex-governador Flávio Dino, o pedetista sentiu não apenas o peso da pata dos Leões, o político líder do orçamento secreto foi humilhado nas urnas.
Rocha obteve apenas 20,71% dos votos, pouco mais de 714 mil votos. Ficou atrás de Lhaesio Bonfim que obteve 24,84% com 857 mil votos.
Weverton errou em tudo no decorrer da campanha…
Errou ao não decidir quem apoiar para presidente.
Errou ao trair quem o elegeu Senador em 2018, no caso, o ex-governador Flávio Dino.
Errou ao se aliar com Roberto Rocha, seu – até então – desafeto político.
E, errou também, ao associar sua imagem à de Josimar de Maranhãozinho, político comprovadamente veiculado a corrupção.
A votação de Weverton foi minguada, mixuruca, patética…
Faltou seguir os conselhos do Blog do Domingos Costa, como segue nos links abaixo…
Em suma, o senador maranhense sai minúsculo das urnas, infinitamente menor do que entrou, foi reduzido a farelo, a pó na política do Maranhão!
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Iracema Vale
Othelino Neto
Carlos Lula
Davi Brandão
Florêncio Neto
Fabiana Vilar
Solange Almeida
Francisco Nagib
Mical Damasceno
Neto Evangelista
Aluizio Santos
Osmar Filho
Rafael Leitoa
Dra. Vivianne
Andreia Rezende
Abigail Cunha
Rildo Amaral
Daniella
Edna Silva
Glalbert Cutrim
Guilherme Paz
Rodrigo Lago
Fernando Braide
Yglésio Moyses
Ricardo Arruda
Eric Costa
Ariston Gonçalo
Arnaldo Melo
Cláudio Cunha
Janaina Ramos
Hemetério Weba
Antonio Pereira
Cláudia Coutinho
Júnior França
Juscelino Marreca
Roberto Costa
Júlio Mendonça
Ricardo Rios
Ana do Gás
Leandro Bello
Júnior Cascaria
Wellington do Curso
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