jul
Apenas em veículos e relógios, a PF apreendeu 2,7 milhões de reais durante a Operação Odacro contra o empresário “Eduardo Imperador” – dono da empreiteira Construservice -, acusado de liderar um esquema milionário de corrupção na Codevasf.

Toyota Hilux SW4 GR-S e relógios de luxo apreendidos em endereços de Eduardo DP…
Desencadeada pela Polícia Federal na manhã desta quarta-feira (20) contra o Eduardo José Barros Costa, o Eduardo DP, conhecido também como “Imperador” – dono da empreiteira Construservice -, a Operação Odacro fez apreensão de grande volume de bens do empresário acusado de liderar um esquema de corrupção na Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf).
Na imagem acima é possível verificar duas Toyota Hilux SW4 GR-S sem placa de cor preta, porém, a Polícia Federal apreendeu três do total de cinco que pertencem ao “Imperador”. Cada uma das três apreendidas custam em média R$ 420 mil.
Além dos carros de luxo, também foram encontrados pela PF cinco relógios de grife: 1 Rolex GMT ouro que custa 320 mil; 1 Rolex Daytona aco avaliado em 250 mil; 1 Rolex Submariner de R$ 100 mil; 1 Rolex GMT batman de 100 mil reais e, por último, o mais valioso, 1 Adeumars Piquet ouro que por baixo é avaliado em 700 mil, conforme apuração do Blog do Domingos Costa.
De forma que apenas em veículos e relógios, a PF apreendeu 2,7 milhões de reais…
E MAIS…
A Operação Odoacro mira uma associação criminosa estruturada, liderada pelo “Imperador”, que promoveu e ainda promove fraudes licitatórias, desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro, envolvendo verbas federais da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) através de emendas parlamentares e também por meio orçamento secreto – distribuição de verba pública a parlamentares por meio das emendas de relator. O desvio pode chegar a R$ 200 milhões.
LEIA TAMBÉM:
– Emendas do Orçamento Secreto motivaram operação da Polícia Federal na Codevasf do Maranhão
– Bolsas Chanel da esposa de ‘Eduardo DP’ apreendidas pela Polícia federal custam 500 mil reais
jul
Dentro de uma mala em um dos endereços do empresário, a PF encontrou mais de R$ 1,3 milhão em espécie, divididos em várias notas.

Mala apreendida em um dos endereços de Eduardo DP…
Durante a Operação Odacro deflagrada nesta manhã (20), a Polícia Federal apreendeu uma quantidade volumosa de dinheiro em um dos endereços de Eduardo José Barros Costa, o Eduardo DP, conhecido também como “Imperador”, dono da empreiteira Construservice.
Apenas de dinheiro em espécie de várias notas, foram encontrados mais de R$ 1,3 milhão durante o cumprimento de busca e apreensão alvos autorizado pela 1ª Vara Federal de São Luís. Chamou atenção uma mala onde Eduardo Imperador guardava as notas.
A Operação Odoacro mira uma associação criminosa estruturada, liderada pelo “Imperador”, que promoveu e ainda promove fraudes licitatórias, desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro, envolvendo verbas federais da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) através de emendas parlamentares e também por meio orçamento secreto – distribuição de verba pública a parlamentares por meio das emendas de relator. O desvio pode chegar a R$ 200 milhões.
LEIA TAMBÉM:
– A mala de Eduardo DP, o “Imperador”…
– Emendas do Orçamento Secreto motivaram operação da Polícia Federal na Codevasf do Maranhão
– Bolsas Chanel da esposa de ‘Eduardo DP’ apreendidas pela Polícia federal custam 500 mil reais
jul
Os acessórios de luxo foram apreendidos pela PF durante cumprimentos de busca e apreensão no bojo da Operação Odoacro contra o empresário Eduardo DP, dono da empreiteira Construservice, acusado de desvio milionário na Codevasf.

As dez bolsas Chanel foram encontradas na residência do empresário “Imperador” e pertencem a esposa dele Larissa Costa.
Durante o cumprimento de busca e apreensão da Polícia Federal contra o empresário Eduardo José Barros Costa, o Eduardo DP, na manhã desta quarta-feira (20), na deflagração Operação Odoacro autorizado pela 1ª Vara Federal de São Luís, foram apreendidas 10 (dez) bolsas Chanel.
Na imagem disponibilizada pela PF/MA é possível confirmar os acessórios da marca feminina de luxo, todas são pertencentes a Larissa da Silva Torres da Costa, esposa do “Imperador”.
Apuração do Blog do Domingos Costa confirmam que diante do aumento do dólar, as bolsas menores custam em média 20 mil reais (cada) e as maiores de 40 a 50 mil reais. De forma que ao todo, apenas em bolsas de grife, a PF apreendeu meio milhão de reais.
A Operação Odoacro mira uma associação criminosa estruturada, liderada pelo “Imperador”, que promoveu e ainda promove fraudes licitatórias, desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro, envolvendo verbas federais da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) através de emendas parlamentares e também por meio orçamento secreto – distribuição de verba pública a parlamentares por meio das emendas de relator. O desvio pode chegar a R$ 200 milhões.
LEIA TAMBÉM:
– Emendas do Orçamento Secreto motivaram operação da Polícia Federal na Codevasf do Maranhão
jul
Nesse primeiro momento, a PF focou em desvio na Codevasf/MA, mas chegará a vez dos prefeitos maranhenses que desviaram milhões destinados para a Saúde via orçamento secreto – liderado Weverton, Roberto Rocha, Josimar de Maranhãozinho e outros…

Senadores Weverton e Roberto Rocha além do deputado federal Josimar de Maranhãozinho lideram o orçamento secreto no Maranhão…
A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quarta-feira (20), nas cidades de São Luís/MA, Dom Pedro/MA, Codó/MA, Santo Antônio dos Lopes/MA e Barreirinhas/MA, a Operação Odoacro, com a finalidade de desarticular associação criminosa estruturada para promover fraudes licitatórias, desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro, envolvendo verbas federais da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf).
Nessa primeira fase, a Polícia Federal do Maranhão foca na empreiteira Construservice que pertence ao empresário Eduardo José Barros Costa, o Eduardo DP, conhecido também como “Imperador”, ele é apontado pelas investigações como sócio oculto da empresa e foi preso temporariamente pela PF nesta manhã por determinação judicial expedida pela 1ª Vara Federal de São Luís/MA.
A PF também cumpre mandados de busca e apreensão na superintendência do Maranhão da Codevasf, alvo das suspeitas.
A investigação constatou a existência de um engenhoso esquema de lavagem de dinheiro, perpetrado a partir do desvio do dinheiro público proveniente de procedimentos licitatórios fraudados.
A Construservice executa diversas obras da Codevasf em municípios maranhenses. De acordo com investigação da PF, há falhas graves nos contratos dessas obras.
A Codevasf, empresa pública vinculada ao Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), é um dos principais escoadouros do orçamento secreto – distribuição de verba pública a parlamentares por meio das emendas de relator.
jul
PF desarticula organização envolvida em fraudes licitatórias. Foram cumpridos 16 mandados de busca e apreensão e 1 de prisão temporária.

Codevasf no Maranhão é o alvo da PF na “operação Odoacro”.
A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (20) uma operação para apurar suspeitas de fraudes em contratos da empreiteira Construservice com a Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba) comandada pelo centrão.
A operação prendeu temporariamente o empresário Eduardo José Barros Costa, o Eduardo DP, conhecido também como “Imperador” apontado pelas investigações como sócio oculto da empreiteira e cumpre busca e apreensão na superintendência do Maranhão da Codevasf, alvo das suspeitas, além de outros alvos. No total, foram cumpridos 16 mandados de busca e um de prisão temporária. Os crimes sob investigação são fraudes em licitação, lavagem de dinheiro e associação criminosa.
Nas buscas, foram apreendidos itens de luxo, como bolsas e relógios, e dinheiro vivo.
As diligências são conduzidas pela PF do Maranhão, após autorização da 1ª Vara Federal de São Luís. A operação foi batizada de Odoacro, em referência ao sobrenome de um soldado italiano que liderou uma revolta para dar fim ao Império Romano – um dos alvos era conhecido pela alcunha de “Imperador”.
A empreiteira alvo da operação executa diversas obras da Codevasf em municípios do estado. A investigação da PF detectou a existência de falhas graves nas licitações dessas obras. Os indícios obtidos apontam que empresas de fachadas ligadas ao grupo empresarial sob investigação eram criadas para simular a disputa dos contratos, que acabavam ficando com a empreiteira principal do grupo.
A Codevasf, empresa pública vinculada ao Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), foi um dos principais órgãos do governo abastecido com verbas do orçamento secreto. Parlamentares indicaram repasses aos estados usando as chamadas “emendas de relator”, que impedem a identificação do autor das emendas. O Supremo Tribunal Federal (STF) já ordenou ao Congresso Nacional a definição de uma maior transparência na sistemática.
Sem nunca ter firmado contratos com o governo federal antes de 2019, a Construservice participou de obras de pavimentação em seis estados por um valor que pode chegar a cerca de R$ 400 milhões.
O valor emprenhado do governo para a empresa foi aumentando ano a ano: foram R$ 32 milhões em 2019, R$ 16 milhões em 2020 e R$ 92 milhões em 2021. O volume de recursos deve ser ainda maior em 2022: no mês de dezembro, a empresa venceu nove pregões para obras de pavimentação realizados pela Codevasf.
Os dados foram obtidos no Portal da Transparência e indicam que, já em 2020, a Construservice foi uma das empresas que mais receberam valores do chamado orçamento secreto: foram R$ 58 milhões nos últimos dois anos por meio das emendas parlamentares sem transparência.
jul
O governador Carlos Brandão possui apoio de 67% da Câmara; o senador Weverton Rocha 29%; Lahésio Bonfim 3%; Edivaldo Holanda Jr e Simplício Araújo 0%.
Maior colégio eleitoral do Maranhão com 750 mil eleitores, a importância de São Luís é gigantesca nas eleições deste ano. E faltando exatamente 74 dias para as eleições deste ano, o Blog do Domingos Costa traz agora a divisão de apoio dos 31 (trinta e um) vereadores da capital maranhense na disputa pelo Palácio dos Leões.
O governador do Maranhão, Carlos Brandão (PSB), possui apoio da maioria: 21 (vinte e um) vereadores de São Luís apoiam o socialista, o que representa 67% da Câmara. Em segundo colocado vem o senador Weverton Rocha (PDT) com 9 (nove) vereadores (29%). Lahésio Bonfim (PSC) tem apoio de 1 (um) vereador (3%).
Chama atenção o fato de Edivaldo Holanda Júnior, ex-prefeito de São Luís por dois mandatos seguidos, não possuir apoio de nenhum parlamentar. O ex-secretário estadual de Indústria e Comercio, Simplício Araújo, também não possui apoio de nenhum vereador.
– VAMOS AO ‘CARA CRACHÁ’:

Com o apoio nesta terça-feira (19) da vereadora Karla Sarney, o governador Carlos Brandão possui agora o maior grupo na Câmara, 21 parlamentares no total: Astro de Ogum, Beto Castro, Zeca Medeiros,Thyago Freitas, Coletivo Nós, Concita Pinto, Ribeiro Neto, Edson Gaguinho, Fátima Araújo, Andrey Monteiro, Antonio Garcez, Marlon Botão, Marquinhos, Chaguinhas, Chico Carvalho, Umbelino Júnior, Marcial Lima, Marcos Castro e Domingos Paz.

O senador Weverton Rocha (PDT) tem apoio de 9 (nove) dos 31 (trinta e um) vereadores. Apoiam o pedetista Osmar FIlho, Daniel Oliveira, Silvana Noely, Octávio Soeiro, Aldir Júnior, Rosana da Saúde, Alvaro Pires, Nato Júnior e Raimundo Penha.

O vereador Doutor Gutermberg Araújo, do PSC, apoia o candidato do seu partido ao governo: Lahésio Bonfim. Inclusive, o parlamentar é cotado para ser o candidato a vice-governador na chapa do ex-prefeito de São Pedro dos Crentes.
– E MAIS
Embora o apoio dos primeiros, segundos e terceiros suplentes que obtiveram 2, 3, 4 e 5 mil votos seja importante no processo eleitoral, esse post do Blog do DC não leva em consideração o posicionamento deles, que por hora, estão no exercício do mandato temporário devido aos pedidos de licença dos titulares das cadeiras.
jul
Lei que Weverton Rocha foi relator não considera estupro em hospital como violação na gestão pública
Casos de anestesista que estuprou paciente e de ex-presidente da Caixa, acusado de assédio, não podem mais ser processados na esfera cível, graças a Lei a qual o senador maranhense Weverton Rocha foi relator.

Lei de Improbidade não considera estupro em hospital como violação; Senador Weverton foi o relator.
A nova Lei de Improbidade Administrativa, promulgada em outubro do ano passado, a qual teve o senador maranhense Weverton Rocha (PDT) como relator no Senado, especificou quais atos podem ser enquadrados como improbidade na gestão pública, o que, para os defensores da nova legislação, traz maior clareza e segurança jurídica para o assunto.
Entretanto, críticos do novo texto o qual Weverton foi relator, alertam que uma das consequências é a ausência de punição, na esfera cível, para os casos de assédio sexual e estupro. Assim, Pedro Guimarães, ex-presidente da Caixa, e o anestesista Giovanni Quintella Bezerra não poderiam mais ser processados por improbidade administrativa, condenação que, dentre outras sanções, impede ocupação de cargos públicos e suspende direitos políticos.
Promotora do Ministério Público de São Paulo (MPSP), Beatriz Lopes de Oliveira afirma que o novo texto significa um retrocesso na proteção a vítimas de assédio sexual. Em agosto, o STF vai julgar a retroatividade na aplicação da nova lei – o que pode vir a beneficiar condenados por improbidade devido a casos de violência sexual – e o MPSP se habilitou como amicus curiae.
A promotora vem preparando memoriais, a fim de sustentar que os novos dispositivos não possam alcançar atos praticados antes da nova lei. “O que mais me deixa chocada é que esse sujeito (anestesista acusado de estupro) pode não perder o cargo. A lei não está protegendo de forma suficiente a administração”, afirma a promotora.
Continue lendo sobre o caso AQUI em O Globo…
Clique AQUI e saiba mais sobre a Lei a qual o senador Weverton foi relator…
jul

Carlos Lupi é presidente do parido do senador Weverton Rocha…
Nos últimos anos, montantes cada vez mais expressivos de dinheiro público foram depositados nas contas dos partidos políticos brasileiros. Uma dessas fontes é o Fundo Partidário, um aporte anual do Tesouro para as legendas que tem por objetivo, na letra da lei, custear o funcionamento das agremiações. Na prática, porém, serve também como reserva para bancar luxos e privilégios de dirigentes e líderes das siglas.
As prestações de contas de 2021, apresentadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), dão uma clara ideia da falta de parcimônia no gasto dos recursos. Levantamento feito pelo Estadão encontrou despesas milionárias com voos de jatinhos e hotéis. O PDT, por exemplo, gastou quase R$ 30 mil para enviar seu presidente, Carlos Lupi, e outro filiado ao encontro da Internacional Socialista, realizado em um resort em Cancún.
Conforme os documentos apresentados pela sigla trabalhista, a dupla chegou dois dias antes e retornou três dias depois do evento da esquerda no Caribe, realizado na primeira quinzena de outubro.
Os partidos prestaram contas no ano passado de pelo menos R$ 18 milhões com hospedagens e passagens aéreas para seus dirigentes e filiados, além de R$ 3,1 milhões em despesas com jatinhos.
jul
Agora em vídeo, a revista Piauí, exibe em seu canal no youtube uma reportagem especial de autoria do jornalista Breno Pires, publicada nesta edição de julho sob o título Farra ilimitada, na qual revela que milhões de reais do orçamento secreto foram derramados em prefeituras maranhenses, em especial, nos municípios sob o domínio do Senador Weverton Rocha (PDT).
“Em 7 minutos, entenda como o SUS vem sendo fraudado em um esquema que reúne parlamentares em Brasília e prefeituras no Maranhão. Confira a reportagem completa em piaui.” Diz o texto da reportagem da revista Piauí no seu canal do youtube.
LEIA TAMBÉM:
jul

Chico Leitoa irá apoiar Neto Evangelista para deputado estadual…
Francisco Rodrigues de Sousa, mais conhecido por Chico Leitoa, do PDT, não será candidato a deputado estadual nessas eleições como ele e o seu grupo pregam há meses.
O ex-prefeito de Timon enfrenta problemas irreversíveis na justiça por consequência de atos nada republicanos com dinheiro público ainda da época que foi gestor.
Somado a isso, Leitoa não possui musculatura política espalhada por outras regiões do Maranhão, seu poderio concentra-se apenas em Timon, o que dificulta a conquista de votos em outros colégios eleitorais.
Por essas e outras, o pedetista irá declinar da sua pré-candidatura à Assembleia Legislativa até a Convenção partidária do PDT, que será realizada no final deste mês em São Luís.
Fontes do Blog do DC confidenciaram que Chico irá trair o seu partido, PDT, e apoiar um candidato de outro partido: Neto Evangelista, do União Brasil. Esse é o motivo de Leitoa ser visto fazendo reuniões e encontros apenas em Timon e não em outras cidades.

