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Fabrício, conhecido popularmente como “Diovo” sofreu um infarto decorrente de consequências da covid-19.
Morreu na manhã desta terça-feira (11) Fabrício de Souza Oliveira, secretário mais destacado da gestão da ex-prefeita Talita Laci (PCdoB) no município de Raposa. Ele foi o titular da Infraestrutura entre os anos de 2017 a 2020.
“Diovo”, como era conhecido, estava há cerca de dez dias com sintomas da covid-19 e se recuperava em sua residência, no bairro do Inhaúma.
Apresentando cansaço nos últimos dias, “Diovo” teve uma parada cardíaca por volta das 4h da manhã, foi levado para Unidade Mista do município, mas não resistiu.
Nascido em 02 de junho de 1978, Fabrício iria completar 43 anos no próximo mês. Ele deixa quatro filhos (Ana Beatriz, Mozana, Ana Alice e Antône) e sua esposa – a incansável irmã Neide, que cuidou do marido até os últimos dias da vida dele.
Por conta dos protocolos sanitários de prevenção do Coronavírus não é permitido velório quando o óbito é por consequência da covid-19.
Portanto, por volta das 8h30 o corpo de Fabrício de Souza Oliveira foi transladado da Unidade Mista direto em rápido cortejo até o Cemitério Municipal onde foi sepultado junto com a mãe, que morreu há oito anos.

Fabrício era considerado um membro da família Laci; na imagem ele aparece ao lado dos ex-prefeitos Laci e Talita.
– Histórico
Ele também exerceu o cargo de secretário Municipal de Pesca no inicio da gestão Talita Laci. E na eleição de 2012, Fabrício foi candidato a vereador ficando na suplência após obter exitosa votação.
No ano passado, Diovo chegou ser cogitado para disputar o cargo de prefeito ou vice pelo PCdoB com apoio do grupo Laci, mas acabou recuando para aderir ao projeto consensual de compor com o PL local.
– Mais que um amigo, irmão
Amigo de “Diovo”, o editor do Blog do Domingos Costa usou suas redes sociais para lamentar a perda do ex-secretário a quem considerava um irmão.
“Nem sei o que escrever. Foi tão rápido! Hoje (11/05) não se foi apenas uma amigo, o Fabrício, melhor, o DIOVO, era um irmão. Nos últimos 10 anos foi uma das pessoas mais próximas que tive ao meu lado. Compartilhamos momentos inesquecíveis. Foi um cara sensacional! Nesse momento de dor no qual sequer tive a oportunidade de me despedir, faltam palavras e sobram dor, choro e um aperto no coração. Que Deus na sua infinita misericórdia receba meu irmão!”, escreveu.

Diovo, um amigo inesquecível!!!
– Notas
O ex-prefeito de Raposa José Laci, a sua filha, a ex-prefeita Talita e toda a família estão em estado de choque e optaram em não emitir nota.
O prefeito de Raposa Eudes Barros (PL) por meio de nota disse que Fabrício de Sousa Oliveira “fica marcado como uma figura importante no município que teve um grande legado em Raposa”.
Já o presidente da Câmara de Vereadores, Beka Rodrigues, destacou que Diovo “foi uma das figuras das mais destacadas no meio político e ficou marcado na gestão municipal”.
A morte precoce de Fabrício Diovo causou grande comoção no município raposense, diversas homenagens foram feitas por meio das redes sociais.
Informo aos queridos leitores do Blog do DC que essa é a notícia mais difícil de escrever em nove anos desta página no ar, e a faço sob lagrimas pela partida desse AMIGO.
Vá em paz IRMÃO!!!
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Indícios de aumentos abusivos foram constatados em 64% de postos analisados na Grande Ilha e alguns deles também podem estar praticando cartel

Para o presidente da CPI, deputado Duarte, os dados mostram claramente práticas abusivas
Postos analisados na Grande Ilha podem estar praticando cartel. As análises foram apresentadas na 8ª reunião pública da CPI dos Combustíveis, realizada nesta segunda-feira (10), pelo PROCON Maranhão, com base em notas fiscais cedidas pela Secretaria de Estado da Fazenda (SEFAZ-MA). Além disso, preços abusivos foram praticados em 64% dos 186 postos verificados. Em virtude disso, o presidente da CPI, deputado Duarte e demais membros decidiram por dar início à intimação de donos de postos e revendedoras para prestar esclarecimentos.
O aumento do preço sem justa causa, praticado por alguns desses postos analisados, foi observado entre o período de dezembro de 2020 até final de março de 2021 e apresentado por meio de planilhas e documentos de informações aos membros da CPI.
“Os documentos demonstram claramente que quando é para baixar o valor do combustível, ou o posto não reduz o valor ou, quando reduz, o faz após mais de seis dias do reajuste que é anunciado pela Petrobras. Além disso, há também indícios de um movimento muito semelhante por parte de postos de combustíveis que estão situados no mesmo corredor, no mesmo bairro, na mesma avenida, o que pode, sim, caracterizar combinação de valores, ou seja, prática de cartel”, explica o presidente da CPI, deputado Duarte.
Todas as análises feitas são fruto de requerimentos solicitados ainda nas primeiras reuniões da CPI ao PROCON, SEFAZ, órgãos do sistema de segurança, além de órgãos federais, como Petrobras, Cade, Senacon, Ministério da Justiça, para que os membros da Comissão tenham subsídios corretos e dentro da lei para avançar rapidamente nas investigações.
“Essa cooperação técnica tem sido feita nesse trabalho de acompanhamento de preço, não só dessa commodity que é a gasolina, mas de todo o mercado de consumo no estado do Maranhão. Nossa análise apresenta indícios de que boa parte dos postos de combustível na Grande Ilha tem feito aumentos no preço antes da data do reajuste autorizado pela ANP (Agência Nacional de Petróleo). Então, com o avanço das investigações, acredito que vamos ter dados mais concretos para repassar para a CPI”, destacou o Fiscal de Defesa do Consumidor, Luiz Pimentel.
Para o relator da CPI, deputado Roberto Costa, os dados trazidos pelo instituto contribuem ainda mais nas investigações e avaliou os dados. “Já temos elementos suficientes para convocar os sujeitos que fazem parte desta cadeia para depor na CPI. Agora, se faz necessário esclarecer o que foi apontado nos documentos extraídos durante a investigação. Se realmente não tiver justificativa, teremos condições de garantir uma redução no valor cobrado ao consumidor”, destacou.
Próxima reunião
Participaram da reunião o relator da CPI, deputado Roberto Costa, além dos membros Zé Inácio e Zito Rolim. Com prazo de 120 dias para concluir os trabalhos, a CPI tem Reunião Extraordinária marcada agora para esta quarta-feira (12), às 11h, na Sala de Comissões de forma presencial. Já a Sessão Ordinária está marcada para acontecer no dia 17, segunda-feira, às 14h.
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Já foram aplicadas 300.869 doses
Com 10,9% da cobertura vacinal, relativa à primeira etapa da 23ª Campanha de Vacinação contra a Gripe, o Maranhão ocupa o 2º lugar entre as 27 unidades federativas do país. Já foram aplicadas 300.869 doses, que contemplaram crianças entre 6 meses e menores de 6 anos, gestantes, puérperas, população indígena e trabalhadores da saúde.
“A vacinação contra a Influenza assume uma particular relevância para proteger as populações mais vulneráveis e com riscos a desenvolver quadros mais graves da doença. A vacinação, também, busca reduzir o impacto das complicações respiratórias atribuídas ao vírus da gripe, aliviando a sobrecarga ao sistema de saúde durante o ainda enfrentamento à pandemia do coronavírus”, disse a chefe do Departamento de Controle e das Doenças Imunopreveníveis da SES, Halice Figueiredo.
À frente do Maranhão está o estado de Sergipe, com 11,5% da cobertura vacinal alcançada, e em terceiro lugar está Goiás, com 10,5%. Apesar do posto no ranking nacional e com mais de um milhão de doses distribuídas em todo o estado, a procura pela vacina ainda se mostra abaixo do esperado. Para a 23ª Campanha de Vacinação contra a gripe o objetivo é imunizar 90% dos membros dos grupos prioritários, divididos em três etapas, totalizando 2.393.971 pessoas.
O esperado é que nas duas etapas subsequentes o percentual seja elevado. A partir desta terça-feira (11), até o dia 8 de junho, será iniciada a segunda etapa da campanha, onde serão priorizados idosos com 60 anos ou mais e professores das escolas públicas e privadas.
A terceira etapa será de 9 de junho a 9 julho, com foco nos portadores de comorbidades, pessoas com deficiência permanente, caminhoneiros, trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiro urbano, de longo curso, trabalhadores portuários, forças de segurança e salvamento, forças armadas, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas, população privada de liberdade e funcionários do sistema de privação de liberdade.
Dos mais de 2 mil pontos de vacinação espalhados pelo estado, 64 estão em São Luís. Na capital, o Governo do Estado elencou unidades que pertencem a rede da Secretaria de Estado da Saúde (SES) como forma de auxiliar o município na aplicação das doses. São eles: Policlínica Vinhais, com ponto de apoio na Escola Professor Nascimento de Moraes, no bairro do Vinhais; Policlínica Cidade Operária; Hospital Aquiles Lisboa (HAL); e Hospital Genésio Rêgo, que também conta com ponto de apoio no Colégio Militar Tiradentes, localizado na Vila Palmeira.
O governo também tem recomendado que os municípios tracem estratégias para melhorar o acesso à vacinação. Dentre essas estratégias, estão a criação de horários extras nos pontos de imunização, o aumento no número desses locais, a parceria com instituições de ensino público e privado, além de salas de aplicação da vacina em empresas e vacinação extramuros para pessoas com dificuldade de locomoção e portadores de comorbidades.
Na Campanha de 2020, o Maranhão recebeu 2.463.000 doses e ultrapassou a meta vacinal com a cobertura de 101,01% no total geral de todos os grupos prioritários. Foram imunizadas 1.752.958 pessoas, possibilitando que o estado ocupasse a 6ª posição no ranking nacional.
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Droga apreendida em uma das operações
A Polícia Civil do Maranhão realizou um total de 1.372 prisões em operações realizadas no interior do Estado, de janeiro a abril deste ano. Os números são relatório divulgado pela Superintendência de Polícia Civil do Interior (SPCI), referente aos quatro primeiros meses do ano. Além das prisões, a polícia realizou apreensão drogas, armas de fogo e itens diversos.
Das prisões, um total de 577 são decorrentes de autos de prisão em flagrante; 534 do cumprimento de mandados de prisão preventiva; 90 de mandado de prisão definitiva; 85 de temporárias; 35 são prisões civis; 30 de internação provisória; 12 flagrantes; e nove, mandados de recaptura. Nas apreensões, somaram 239 armas de fogo, além de munições de vários calibres, drogas, celulares, veículos e dinheiro.
Nas ações, apoio das delegacias regionais e municipais, do Grupo de Pronto Emprego (GPE), Polícia Militar e demais superintendências da Polícia Civil. Prisões em abril No mês de abril, os policiais da SPCI conseguiram prender 331 pessoas por atos criminosos diversos, destes, 42 referem a crimes contra a vida. No mesmo mês, 66 armas de fogo foram apreendidas, várias munições, veículos e cargas roubadas. Entre as várias operações, destaque para a operação Pessach, executada em 27 de abril, na cidade de Lago da Pedra.
O trabalho da operação Pessach teve como foco combater o crime organizado, o tráfico de drogas e o comércio ilegal de arma de fogo e munições. Na ocasião, foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão, além de quase sete mil reais em dinheiro apreendidos.
Em operação no município de Lago dos Rodrigues, um homem foi preso em flagrante, suspeito de vender armas e munições. Com ele a polícia apreendeu várias armas de diversos calibres.
Dia 9 de abril, em Imperatriz, a polícia neutralizou grupo criminoso que atuava no tráfico de drogas. Aproximadamente 20 quilos de maconha prensada e 400 gramas de cocaína foram apreendidos. A droga estava escondida em um dos cômodos da residência, dentro de um frigobar.
Na operação Vila Velha, dia 30 de abril, em Barra do Corda, a polícia recuperou carga roubada, avaliada em 200 mil reais e prendeu em flagrante três empresários, pelo crime de receptação qualificada. Uma grande operação em Miranda do Norte, para combater o tráfico de drogas na região, a polícia cumpriu seis mandados de busca e apreensão, quatro e prisão temporária e oito flagrantes.
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Encontro entre Holandinha e Jerry ocorreu nesta segunda (10) em São Luís…
Por meio das redes sociais, o deputado federal licenciado, presidente estadual do PCdoB e secretário de Estado das Cidades, Márcio Jerry tornou público uma reunião que teve com o ex-prefeito de São Luís Edivaldo Holanda Júnior nesta segunda-feira (10).
“Reuni hoje com o ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior. Falamos de passado, presente e futuro do nosso Maranhão, com destaque para o grande trabalho que vem sendo feito pelo governo Flávio Dino.” escreveu Jerry.
Vale lembrar que na semana passada Holandinha deixou o PDT e está atualmente sem partido. Ele é cotado para disputar um cargo majoritário em 2022.
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O socialista Carlos Siqueira e o comunista Flávio Dino…
Não apenas pelos sinais da vice-governadora de Pernambuco e presidente nacional do PCdoB, Luciana Santos, durante entrevista à Rádio Clube AM 720, ao afirmar que Flávio Dino defende a unificação do PCdoB com o PSB, mas por uma fonte fidedigna do Blog do Domingos Costa de dentro do núcleo do poder do Palácio dos Leões que assegura categoricamente que o governador maranhense irá anunciar a troca de partido dentro das próximas semanas.
O assunto também foi ventilado na coluna na Folha de S.Paulo, da jornalista Mônica Bergamo, que falou da possível mudança de legenda do governador do Maranhão até o fim de maio deste ano.
O destino partidário do governador do Maranhão será de fato o PSB, presidido nacionalmente por Carlos Siqueira (foto).
De acordo com a fonte fidedigna do Blog do DC, Flávio Dino irá para o Partido Socialista Brasileiro e o deputado federal Márcio Jerry continuará no comando do PCdoB no Maranhão juntamente com muitos outros camaradas.
A Dino foi avalizado o projeto de candidato ao Senado e/ou compor a chapa de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na condição de candidato a vice-presidente nas eleições do próximo ano.
Após concretizar a filiação ao PSB, o governador do Maranhão terá assento garantido na Executiva Nacional do partido e a mudança do diretório da sigla a nível estadual ficará a cargo de Flávio Dino.
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Quem quiser que se engane, mas é certo que Lula seguirá as orientações de Dino no Maranhão em 2022…
Flávio Dino sempre apoiou Lula. No auge do processo de impeachment, o governador liderou a denúncia da transformação da Operação Lava Jato num movimento político de desestabilização do governo Dilma. No dia da queda da ex-presidenta, Flávio Dino foi um dos que saiu de braços dados com ela de dentro do Palácio do Planalto.
Conforme publicou o site Diario 98 Logo após a consumação do Golpe, Dino passou a liderar a campanha “Lula Livre” pelo país. Votou nas eleições de 2020 com uma camiseta com estes dizeres e participou ativamente da defesa do ex-presidente.
Como gesto de gratidão, Lula tem dito para todos que seguirá no Maranhão o que Flávio Dino decidir. Esta frase tem sido pronunciada para todos os interlocutores do estado com os quais o ex-presidente tem se encontrado.
A base de Dino continua unida, forte e crescendo. O deputado estadual Zé Inácio do PT/MA é o novo vice-líder do governo na Assembleia.
Após apoiar o deputado federal Baleia Rossi, do MDB, para a presidência da Câmara, o deputado Márcio Jerry, presidente do PCdoB-MA, promoveu um encontro público na última semana com o deputado estadual Roberto Costa, presidente do MDB no Maranhão.
A conjuntura mudou drasticamente desde a primeira eleição de Flávio Dino. O Brasil vive uma ameaça autoritária, obscurantista. O momento exige a união de todas as forças do campo democrático para dar continuidade aos avanços do Dinismo e eleger Lula Presidente.
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As cestas contêm produtos da agricultura familiar, como arroz, feijão, biscoito de babaçu, óleo de babaçu, azeite de babaçu e mel produzidos por agricultores familiares de todo o estado.

Governador Flávio Dino conduziu a entrega das cestas para as prefeituras…
1.184 essa foi a quantidade de cestas básicas que o prefeito de Raposa Eudes Barros (PL) recebeu do governo do Estado na manhã desta segunda-feira (10) durante ato no Palácio dos Leões. A ação faz parte do programa Comida na Mesa que nessa nova etapa entregou 9.040 cestas de alimentos, beneficiando 10 municípios.
O Comida na Mesa, executado pelo Sistema SAF, agrega uma série de ações socioeconômicas, em apoio à famílias vulneráveis. O governador Flávio Dino conduziu o ato simbólico, no Palácio dos Leões, que teve a presença de secretários de Estado e prefeitos das cidades contempladas.
“Para nós, raposenses, é uma honra e satisfação, como prefeito da minha cidade, estarmos aqui, sendo agraciados por essas cestas básicas, entregues pelo governador Flávio Dino. Todo apoio é sempre bem-vindo, sobretudo, nesta pandemia que estamos vivendo”, destacou o prefeito.
As cestas básicas do Comida na Mesa são adquiridas com produtores da agricultura familiar e as distribuições coordenadas pela Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (SAF), com apoio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedes) e Secretaria de Estado de Governo (Segov).
“Esse ato simbólico mostra a união e parceria, em primeiro ligar, no combate ao coronavírus, pois esta doença, infelizmente, está longe de ser erradicada como desejamos. Precisamos estar unidos na dimensão sanitária, com a assistência, cuidados preventivos e vacinação”, pontuou.
O governador enfatizou, ainda, ações de ordem socioeconômica. “As cestas básicas do programa Comida na Mesa representam uma parte deste esforço. Temos ações do programa e obras em todo o Maranhão, para garantir a geração de trabalho e renda em todo o estado”, disse Flávio Dino. Na ocasião, o governador citou o início do auxílio Vale Gás, outra ação estadual de apoio à renda das famílias, que poderão receber o benefício por até quatro vezes consecutivas para a compra do produto.
– Programa Comida na Mesa
A iniciativa tem foco no fortalecimento da segurança alimentar, alinhando os eixos de venda de refeição a preços acessíveis, reforço à agricultura familiar com a aquisição dos alimentos a serem distribuídos, apoio à renda familiar com o acesso ao gás de cozinha e a distribuição dos alimentos às famílias em situação de vulnerabilidade.
Os demais municípios que receberam os alimentos foram Rosário (1.633), Icatu (1.036), Anajatuba (1025), Axixá (462), Bacabeira (655), Cachoeira Grande (360), Morros (743), Presidente Juscelino (487), e Santa Rita (1455).
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A reunião está prevista para ocorrer a partir das 10h desta segunda-feira.
O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), será um dos ouvidos nesta segunda-feira (10) na CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Covid. Comissão que investiga as ações do governo federal e o uso de recursos da União por Estados e municípios no enfrentamento da pandemia.
A comissão temporária do Senado vai realizar uma audiência pública com três governadores, a partir das 10h, para debater a compra de vacinas de forma descentralizada por estados e municípios.
Além de Dino, devem participar da reunião os governadores do Piauí, Wellington Dias (PT) e de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB).
Também confirmou a participação na reunião o prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro (DEM), que é presidente do Consórcio Nacional de Vacinas das Cidades Brasileiras. O grupo tem a participação de 2,6 mil municípios.
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VEJA diz que Willer Tomaz preso pela Lava Jato em maio de 2017, possui lista de relacionamentos que inclui juízes, desembargadores e até ministros de tribunais superiores. “Hoje tenho mais de 240 parlamentares como clientes”, diz ele.

Senador maranhense revelou ser padrinho do filho do advogado Willer Tomaz…
Reportagem especial da Revista Veja publicada neste domingo (09), revela que o advogado brasiliense Willer Tomaz de Souza é um dos principais “operadores” de Brasília na atualidade.
Numa matéria especial assinada por três jornalistas e intitulada “O ‘palácio’ de Planaltina onde são tomadas grandes decisões da República”, a Veja diz que neste cenário bucólico, a 75km do Palácio do Planalto, em meio a festas animadas e gente importante, questões sensíveis entram em pauta.
No Maranhão, o político mais próximo de Willer Tomaz é o pedetista Weverton Rocha, de quem é compadre. Para se ter uma ideia do grau de aproximação do senador e o advogado, em novembro de 2017, Rocha revelou que é padrinho do caçula de Tomaz.
Além do meio jurídico/político, Willer lançou-se também no mundo dos negócios e como empresário de mídia, ele arrendou diversas rádios que pertencem ao ex-vice-governador do DF Paulo Octávio e outros estados. E além da investida em Brasília, Willer ainda expandiu sua atuação no ramo das comunicações no Maranhão ao arrendar da família do ex-senador Edson Lobão o Sistema Difusora no Maranhão, que reúne TV e rádio na capital São Luís, além de emissoras pelo interior.
E é exatamente a Difusora que o senador Weverton usa politicamente para seus interesses politiqueiros e pessoais.
ACOMPANHE ABAIXO A ÍNTEGRA DA REPORTAGEM DA REVISTA VEJA SOBRE O ADVOGADO WILLER TOMAZ DE SOUZA:
– Por Hugo Marques, Laryssa Borges e Letícia Casado.

A mansão: luxo, lazer, festas e encontros que reúnem figurões do poder.
O “Rancho do Tomaz” fica a 75 quilômetros do Palácio do Planalto. Quem chega pela entrada principal não tem noção de quanto o local é aprazível. Um portão de ferro e um muro de quase 3 metros de altura coberto de vegetação impedem olhares mais curiosos. Ao cruzá-lo, é como se surgisse um oásis no meio do cerrado. A terra batida do entorno dá lugar a gramados bem conservados, campo de futebol, piscina, quadra de tênis, gazebos, deque gourmet e um imponente píer.
Uma garagem náutica guarda barcos, lancha e um jet ski. O luxo contrasta com o aspecto rústico do lugarejo que fica às margens de uma lagoa de águas mansas e transparentes. Mas não é somente isso que chama a atenção.
De uns tempos para cá, o rancho passou a receber a visita de figurões, que, não raro, chegam de helicóptero para participar de animadas festas regadas a bebidas caras e boa comida, comemorações que contam com a presença de celebridades e reuniões petit comité em que são discutidas — e dizem até que decididas — questões importantes e sensíveis da República.
O dono da propriedade e anfitrião dos eventos é o brasiliense Willer Tomaz de Souza. É um desconhecido do grande público, mas um advogado de muito sucesso na capital do país. O escritório dele, um dos mais luxuosos da cidade, tem uma lista de clientes de fazer inveja às bancas mais tradicionais. Ele defende o presidente da Câmara, Arthur Lira, além de dezenas de deputados, senadores e governadores de Estado.
Duas décadas atrás, Willer era dono de um pequeno comércio nos arredores de Brasília. O negócio ruiu, ele decidiu cursar direito, abriu um escritório e fez fortuna na mesma velocidade com que arregimentou amigos influentes na política e no Poder Judiciário.
Recentemente, o advogado multiplicou seu prestígio em algumas áreas, diante de uma suposta proximidade que teria com a família do presidente Jair Bolsonaro, embora essa relação, por algum motivo, não possa ser tornada pública.
Quem pergunta a respeito ouve como resposta que não existe nenhuma relação — o que não é exatamente verdadeiro. O máximo que ele admite é que conhece superficialmente o senador Flávio Bolsonaro.

Flávio: selfie na chácara do advogado acusado de corrupção.
“Conheço o Flávio assim como conheço inúmeros senadores. Não sou advogado dele, não tenho negócio com ele, não tenho nada com ele”, garante Willer Tomaz. Indagado sobre o mesmo assunto, o senador não respondeu. Um de seus auxiliares mais próximos confirmou que ele foi apresentado ao advogado há alguns meses. Ponto. Nada além disso. Não são amigos, não trocam ligações, não se frequentam. A imagem acima, porém, mostra que existe alguma coisa não muito bem ajustada na versão contada pelos dois.
Na fotografia, o filho Zero Um do presidente da República registra o pôr do sol numa selfie tirada na beira da Lagoa Formosa, exatamente no píer da chácara do advogado que ele mal conhece. A foto foi postada numa rede social no dia 13 de fevereiro passado, um sábado. No município de Planaltina de Goiás, onde fica o Rancho do Tomaz, há quem jure já ter visto o próprio Jair Bolsonaro aparecer por lá.
“Há uns três meses, o presidente desceu aqui num pequeno helicóptero preto”, diz o funcionário de uma pousada que fica a uma distância de aproximadamente 300 metros da propriedade. É uma cena bastante improvável.
A lista de relacionamentos do advogado inclui juízes, desembargadores e até ministros de tribunais superiores. Em Brasília, essa confraria gera especulações, algumas lendas e muitos boatos. Dizem, só para citar episódios recentes, que o escritório e a chácara de Willer sediaram boa parte das articulações e conchavos que elegeram os atuais comandantes da Câmara e do Senado.
Comenta-se que passa por lá a elaboração de listas de indicações de ministros para cortes superiores e desembargadores para os tribunais federais. Só depois de referendadas pelo advogado e seus amigos mais próximos é que essas indicações chegariam ao Palácio do Planalto — uma insinuação obviamente maldosa. O passado de Willer Tomaz certamente ajuda a explicar a gênese de muitas dessas intrigas.
O advogado já foi preso e acusado de corrupção. Para ele e para muitos de seus atuais clientes, o dia 17 de maio dificilmente será esquecido. Nessa data, há quatro anos, o Brasil sofreu um tremendo abalo ao serem divulgados os detalhes do acordo de colaboração premiada dos irmãos Joesley e Wesley Batista, donos da empresa JBS.
Em troca de benefícios legais, eles confessaram ter pago 1 bilhão de reais em propina a deputados, senadores, governadores, prefeitos e também ao então presidente da República, Michel Temer. Nos dias que se seguiram, centenas de investigações foram instauradas, passou para a história a cena de um parlamentar correndo pela rua com uma mala contendo meio milhão de reais e um procurador da República foi preso sob a acusação de receber propina. Willer, segundo os delatores, teria sido o responsável pelo suborno ao integrante do Ministério Público.
No acordo de colaboração, assinado em 2017, os donos da JBS apresentaram 118 anexos, como são chamados os capítulos que resumem os segredos que o delator se compromete a revelar. Num deles, o de número 11, Joesley relatou que o procurador da República Ângelo Goulart Villela recebia dinheiro para vazar informações de interesse da empresa e influenciar nas decisões de um juiz federal.

Colaboração premiada: delatores dizem que ouviram de Willer a confissão sobre pagamento de propina a procurador.
O suborno, repassado por Willer Tomaz, envolvia o pagamento de uma mesada de 50 000 reais e um bônus de 1,5 milhão de reais. O advogado é processado por corrupção ativa. Villela, também preso preventivamente, foi afastado do cargo e responde a processo por corrupção passiva. Um episódio dessa magnitude, por razões óbvias, é capaz de fulminar toda uma carreira.
Além da ação criminal, o procurador está respondendo a processo administrativo, teve os vencimentos suspensos desde então e pode ser demitido, para o bem do serviço público. Já a de Willer, ao que parece, não sofreu maiores danos. “Hoje tenho mais de 240 parlamentares como clientes”, diz ele, ressaltando que vai provar sua inocência e mostrar que foi envolvido numa disputa de poder que havia no Ministério Público.
O advogado aposta numa reviravolta no caso a partir do que os próprios delatores disseram recentemente. No último dia 29, Joesley Batista foi ouvido como testemunha no processo administrativo contra o procurador Ângelo Villela. A Veja teve acesso ao trecho do depoimento em que o empresário, ao ser indagado se confirmava as acusações que fizera ao procurador e ao advogado, disse que tudo fez parte de um “statement” para chamar a atenção.
“Eu criei um statement que um juiz, um procurador, 50 000, parece crível essa história, mas até então eu não fazia a menor ideia de quem era Ângelo e jamais autorizei o Willer Tomaz a falar em meu nome, de dar um centavo para o doutor Ângelo, nem 50 000, nem por cento, nem nada”, afirmou o empresário.
Uma declaração não muito simples de compreender. Com base nessa declaração, a defesa do procurador acredita que o caso será encerrado. “Criação significa que não é verdade. É o que me basta. Não me importa entender em que contexto Joesley disse que era uma criação. Interessa que é uma mentira absurda que fez com que o Ângelo ficasse preso”, disse a VEJA o advogado Gustavo Badaró, defensor de Villela. “Isso mostra que a prova que o Ministério Público tinha contra mim era saliva”, completa Willer Tomaz.
Interlocutores da JBS esclarecem que, ao contrário do que interpretaram os advogados envolvidos na denúncia, Joesley Batista não voltou atrás, e sim confirmou o que havia dito antes: ele pessoalmente não pagou propina a Ângelo Villela, o que não quer dizer que o suborno não tenha ocorrido.
O responsável pela contratação dos serviços do procurador, segundo o empresário, era o próprio Willer Tomaz, que recebeu 4 milhões de reais para usar sua experiência, sua influência e, já naquela época, sua extraordinária rede de contatos para evitar que os processos contra a empresa avançassem na Justiça. Daquela vez, não houve motivo para festas.

