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Por Jorge Vieira – No longo artigo escrito no jornal Estado do Maranhão, de propriedade do clã Sarney, no último dia 13 de março, o ex-deputado e atual secretário do governo Roseana Sarney, Joaquim Haikel, nos brindou a todos com um notável e histórico manual de como não se deve fazer política. Ou, um fantástico manual de como se faz da coisa pública um vale-tudo para se manter no poder, usando a coisa pública em benefício próprio.
De modo didático, como convém a um escritor, Joaquim Haikel mostra a receita de como convencer a Assembleia Legislativa a eleger Luís Fernando governador biônico, no caso de renuncia de Roseana Sarney do cargo de governadora: prometam entregar a Arnaldo Melo e seus deputados “mais chegados” IMPORTANTES SECRETARIAS e ainda a vaga de vice-governador, e mais alguns agrados que a coisa se resolve.
É um texto rico em detalhes para se compreender como o tal “Grupo Sarney” fez, faz e pretende fazer da coisa pública para se manter no poder a qualquer custo; A própria institucionalização do odioso e nefasto patrimonialismo arraigado até a medula das mentes oligárquicas.






“No dia 2 de Janeiro de 2014, minha mãe foi internada na Unidade Mista do Bairro São Bernardo em São Luís, passou por um leve tratamento clínico durante cerca de 25 dias, depois voltou para casa, após alguns dias, resolvi levá-la para uma clínica particular localizada na Cohab.



